O som contínuo dos monitores preenchia o silêncio da sala. Claire mantinha os olhos fixos em Theo, que permanecia inconsciente na cama hospitalar, pequeno demais para aquele leito imenso e cruel. O soro pingava num ritmo constante, quase hipnótico. Ela apertava com força a mãozinha dele, como se a própria força de seu amor fosse capaz de afastar aquela doença maldita.
Molly, sentada ao lado, passava as mãos pelos cabelos, claramente tentando manter a calma, mas era impossível não ver o desesper