Claire não conseguia pensar direito. Cada batida de seu coração parecia gritar que algo terrível estava prestes a acontecer e, sem nem hesitar, ela acelerou pelas ruas, ignorando os sinais de trânsito e as luzes vermelhas que piscavam freneticamente em seu caminho.
Desde que a escola ligou, seu coração estava apertado e um péssimo pressentimento tomava conta de seu peito, fazendo suas mãos tremerem e suarem enquanto dirigia.
“Por favor, Deus, não deixe meu bebe ficar doente, por favor…”, suss