Olivia caminhava de um lado para o outro em seu quarto, os braços cruzados e o maxilar travado de tanto pensar. Desde que saiu da base naquela manhã, depois de deixar a sacola nas mãos de Salvatore e ouvir aquele “obrigado” tão seco, ela não conseguia parar de se perguntar se tinha feito a coisa certa.
Ele tinha agradecido, sim. Mas não como alguém que recebia um agrado. Foi quase como se as palavras tivessem saído com dor. Como se engolir aquele simples gesto tivesse custado algo precioso pa