Isabelle Mattos
Chegamos em Lisboa por volta das sete da noite. Pegamos nossas malas e já havia um motorista nos aguardando, que aparentemente era bem conhecido de Alejandro.
Ele pegou as malas, colocou-as no carro e nos levou até o hotel, que, diga-se de passagem, era maravilhoso. Assim que entramos na recepção e fomos muito bem recebidos, percebi que não foi necessário fazer check-in.
— Alejandro, por que não precisamos fazer check-in? — perguntei, curiosa.
— Porque esse hotel faz parte da mi