Isabelle Mattos
Ainda estou no chão do banheiro, com o coração pesado e lágrimas insistentes que não param de cair. Tudo o que consigo pensar é em voltar para casa, para o meu refúgio, onde essa confusão não me alcança. Foi quando o celular tocou, quebrando o silêncio da noite. Olhei para a tela e vi o nome de Carla.
— Oi, amiga... — atendi com a voz embargada. — Se você ligou para me convencer a sair daqui e falar com ele, nem adianta. Você não viu o que eu vi — disse, começando a chorar novam