Na manhã seguinte, o acordei com um café da manhã na cama, na tentativa de animá-lo.
— Bom dia, meu amor!
— Uau, desse jeito vou ficar mal acostumado.
— Você merece — falei, satisfeita por vê-lo animado. — Precisa de ajuda para alguma coisa? Estou indo levar o David para a escola.
— Não vai comer comigo?
— Não, levantei mais cedo e acabei comendo. É todo seu… — Justifiquei, lembrando que, se eu não comesse assim que me levantava, vomitava até a alma.
— Assim não tem graça.
— Sem bico… Co