"Não sinto, não quero, não amo...».
E, para o inferno com a esperança, nestes meses eu não tenho sido capaz de atravessar a fronteira que impõe, agora que nada resta para não vê-lo mais, eu não farei mais para demolir a muralha.
As coisas importantes ele não é capaz de vê-las, a soberba lhe venda OS olhos, o orgulho e rancor amordaça sua boca. É mais cego que uma toupeira. A mim isso me mata, sou a que leva o sabor metálico do sangue, os golpes de uma rejeição fulminante, e todo o emocional a