Dominante
Meu sangue fica paralisado, a vitalidade do ar se foi, uma névoa densa esmaga meus sentidos. Já não estou ao pé da colina, já caí diante dele: um predador. Que não faz bem.
Quem se importa de saber na derrota quando a sanidade se foi?
Em pouco, as cinzas voam e os insetos batem em mim. Um pouco da sutileza que eu não empregaria, existe.
A emoção já é uma miscelânea, o pernicioso é uma substância ilícita que aspiro que me leve à overdose. A chama devora-me. Já não radico, já não exi