Ele
— Saia! — A voz da Azia cortou o ar, fria como bisturi. — Agora, Noah,cai fora!
Eu nem tinha percebido que estava rosnando como um cão raivoso. A aflição da minha natureza ressoava como um motor falhando dentro do peito. Eu estava de joelhos ao lado da cama, segurando a mão da Carolina e rosnando para toda curandeira que chegava perto, tentando tratar o ferimento dela.
— Eu não vou sair de perto dela! — minha voz saiu arrastada, gutural. — Eu quero ficar aqui.
— Você está atrapalhando. — A