Noah atravessou o corredor do ginásio como se fosse atropelar qualquer um que ficasse na frente. Seus passos ecoavam como batidas secas de tambor no concreto. O ódio ainda nublava tudo, e o peso da mochila no ombro era a única coisa que lembrava que ele ainda estava ali, naquele colégio de merda. Atrás dele, Marco tentava acompanhar o ritmo, mas Noah não ia parar. Ele precisava do asfalto, do ronco do Audi e do caminho que o levaria até a Luna. Ele já conseguia projetar o rosto dela, o cheiro d