Nina,
Acordo com o espírito da adolescência encrustada em meu corpo, meus lábios exibem um sorriso bobo e a alma carrega uma leveza como a muito não sentia.
—Ah o amor! — Mamãe diz assim que me vê entrar na cozinha do casarão para tomar café.
— Até o semblante está mais bonito! — Carolina fala e eu sorrio.
— Duas exageradas, isso sim. — Brinco e coloco o café na xícaras, pegando também alguns pães de queijo.
— Realistas! Sou obrigado a concordar com as duas e ainda complementar, se já era linda