Capítulo 21
Em meio à confusão, Pedro sentia como se estivesse em uma ilha.

Enquanto ainda estava perdido, Lavínia surgiu, vestindo um longo vestido.

Ela carregava uma cesta de flores no braço, com um sorriso radiante; mesmo realizando um trabalho simples e monótono, como arrancar ervas daninhas, cantarolava sem parar.

Pedro só conseguiu se esconder em um canto, observando — tão luminosa e feliz.

Pela primeira vez, Pedro sentiu que era como um rato vivendo no esgoto, esmagado por uma verdade cruel.

Descobriu que, longe dele, Lavínia não apenas não estava sozinha, como vivia uma vida plena e feliz.

Quem sofria sem fim, quem se debatia em dor naquela relação, era ele.

Atordoado, Pedro viu um homem se aproximar de Lavínia e puxar conversa.

Com os olhos vermelhos de raiva, Pedro avançou.

— Ela é minha esposa! É o meu amor! Eu não permito que você tenha segundas intenções com ela!

Mas seu corpo atravessou diretamente o homem.

Ele era como um espírito, condenado a observar, com dor, os dois conversarem
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