O corredor ficou em silêncio, tão quieto que daria para ouvir uma agulha caindo no chão.
Ninguém sabia quanto tempo havia passado, mas finalmente a porta da sala de emergência se abriu.
Assim que o médico saiu, Hanna rapidamente o interceptou:
— Doutor, como está o meu filho?
— Ele não corre mais risco de vida, mas há a possibilidade de que ele nunca mais consiga andar. Vocês precisam se preparar para essa eventualidade.
— O quê?
Hanna deu alguns passos para trás, descrente e aterror