Chegamos à delegacia de mãos dadas, um reflexo automático da necessidade de apoio mútuo. A sala de espera estava quase vazia, o que tornava o ambiente ainda mais opressor. Cada ruído parecia amplificado, como se o silêncio quisesse nos engolir.
— Pronta? — Jonas perguntou, apertando minha mão um pouco mais forte.
— Vamos lá. — respondi, tentando soar mais confiante do que realmente estava.
Um policial de expressão séria nos conduziu até uma sala pequena, onde sentamos de frente para uma mesa ch