Provavelmente por causa da bebida, Sílvia teve uma noite de sono muito inquieta, cheia de pesadelos dos quais parecia não conseguir despertar.
Quando finalmente abriu os olhos pesados, o dia já se encontrava claro.
Permaneceu sentada na cama por um momento, abraçada ao cobertor, até se lembrar de pegar o celular ao lado da cama; eram mais de dez horas.
Não restava mais nada pendente na Cidade C, então Sílvia se levantou para se lavar, ainda com o odor de álcool impregnado no corpo desde a noite