O Convite da Anulação e a Escolha do Campo de Batalha
Marina Duarte
A conversa com Daniela foi o catalisador que eu precisava. Eu estava estudando Direito, mas Daniela me deu a lição mais valiosa de todas: a lei da assertividade territorial. Eu não podia esperar que Isis se cansasse; eu tinha que forçá-la a recuar.
Eu estava no escritório de Brian, que agora era meu bunker de estudos, folheando um livro sobre Direito Internacional, mas a minha mente estava na estratégia de ataque. Eu precisava de um confronto único, sem testemunhas, onde a minha posição fosse inquestionável.
Eu não pedi permissão a Brian. Eu agi como a advogada que eu estava me tornando: unilateral e decisiva.
Peguei um papel de carta da minha nova papelaria formal, discreto, mas com o meu nome em relevo. Pedi ao meu segurança particular (que agora era meu motorista e assistente pessoal) para entregar o convite pessoalmente no endereço de Isis Alistair.
A mensagem era curta, fria e profissional:
Prezada