Capítulo 22

As horas iam se passando e cada vez mais o medo pecorria pelo meu corpo, ali naquele quarto escuro onde só eu e o silêncio habitava.

Ouço um barulho vindo e a porta é aberta.

__ Trouxe algo para você comer. - Sebastian diz.

__ Não quero! Vai que você colocou veneno aí. - Digo.

__ Vou deixar aqui, se tiver fome coma. - Ele diz e sai.

Esse cretino parecia ser um anjo de bom coração, só que na verdade era um demônio encubado. Fico um pouco perplexa com tamanha burrice que tenho as vezes ou como posso ser ingênua.

[...]

Bastante tempo havia passado desde que cheguei e não escultava barulho nenhum a não ser pela vez que o Sebastian me trouxe a refeição.

Dessa vez esculto alguns passos vindo e me encolho no canto da parede. As portas é aberta e alguns homens vão entrando até que abre passagem para o pai do Nicolas, ele me olha e sorrir de uma forma assustadora.

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