Narrado por Alora
A sirene tocou às 5:30 da manhã, como sempre. Meu corpo começava a se acostumar ao horário, mas a dor persistente nos músculos me lembrava que ainda havia muito a melhorar. A rotina de treinos era exaustiva, e cada segundo parecia durar uma eternidade. Katya parecia se deleitar em me desafiar, criando obstáculos que, curiosamente, pareciam ser direcionados apenas a mim.
Hoje, no entanto, havia algo diferente. Um burburinho tomava conta do campo de treinamento. Os olhares dire