Quando abro os olhos, sou recebida pela luz suave da manhã atravessando a janela.
Meu corpo parece ter sido atropelado por uma boiada inteira.
Cada músculo dói.
Minha cabeça pesa tanto que mal consigo mantê-la apoiada no travesseiro, e minha garganta arde a cada tentativa de engolir a saliva.
Respiro fundo pelo nariz.
Péssima ideia.
Ele está completamente entupido.
Solto um pequeno gemido e fecho os olhos novamente.
Ouço algumas batidas leves na porta.
— Posso entrar?
Reconheço a voz