Angélique Mayers
— Nolan... — murmurei, com a voz saindo em um sopro de ar inútil.
— Não. Você não tem que me falar nada agora, ok? Não quero que você retribua só porque eu disse, e também não espero que você sinta o mesmo que eu. — O sorriso dele fez meu peito arder. — Ah, meu Deus, que merda... eu fui tão cego, Angel.
— Eu não ia falar nada... — Eu ia, sim.
— Eu fui o errado aqui, sei disso. Não quero que você se culpe por nada.
— Tá... — ele passou o polegar pelo vinco entre as minhas sobran