— O que sinto por ela? — Uma carranca se formou em meu rosto. Bufei com a brincadeira de mau gosto do Gregory. — Eu não sinto nada por ela além de uma dívida. Nada mais.
Gregory se inclinou sobre o balcão e me observou por alguns segundos. O hotel não estava vazio; às vezes alguém aparecia para pedir alguma informação e, fingindo ser um funcionário comum do hotel, Gregory respondia mostrando o seu conhecimento sobre o lugar de que ele era dono, mas ninguém sabia.
— Você é bom em manter dois neg