Assim que saímos do lugar, Ramon não me leva para o hotel.
Ele abre a porta do carro e diz:
— Vamos. Agora que nossa noite realmente começa.
Eu entro sem perguntar nada.
Ainda estou um pouco abalada com tudo que aconteceu, mas a presença dele ao meu lado me acalma. Ramon dirige em silêncio por alguns minutos. Em certo momento segura minha mão sobre o câmbio.
— Ele não vai estragar nossa noite.
Olho para ele.
A forma firme como fala me faz acreditar.
— Desculpa… — digo baixo. — Não queria parece