Cap.70
O carro parou em frente à mansão. A noite estava escura, as estrelas escondidas atrás das nuvens. Bruno abriu a porta para mim, e eu desci com passos lentos, o corpo cansado, a mente girando.
— Onde está Magnus? — perguntei, tentando soar casual.
— Não está em casa.
Parei no meio do caminho. Encarei Bruno.
— O que ele está fazendo? Você não disse que ele estava me esperando? O que esta fazendo?
— Está trabalhando.
— A essa hora?
— Sim, senhora.
Bufei. Continuei andando. Entrei na mansão.