Cap.29
A viagem para a mansão foi feita em silêncio absoluto.
Olhava pela janela do carro blindado, vendo as ruas de Nova York passarem como vultos de uma vida que não me pertencia mais. As pessoas andavam, riam, viviam — e eu estava ali, escondida atrás de vidros escuros e camadas de gaze, fugindo de uma acusação que não merecia.
Ao chegarmos à mansão Blackthone, a imponência dos portões de ferro pareceu se fechar sobre mim como as paredes de um mausoléu de luxo.
Lá dentro, Magnus me conduziu