Cap.120
Maelyn secou as mãos no pano de prato pela última vez, os dedos ainda tremendo levemente, não de nervosismo, mas de antecipação.
Cada taça guardada, cada garrafa recolhida, cada superfície limpa era um passo a menos entre ela e o momento que estava planejando há horas. O relógio na parede marcava nove da noite.
“Ele está lá. Subiu há dez minutos. Não desceu.”
Olhei para o próprio reflexo na janela escura. A camisola de seda negra brilhava sob a luz fraca da cozinha, o tecido leve balanç