Cap.102
O salão estava em plena efervescência quando Maelyn ergueu a taça.
— Senhora Liandra — ele disse, estendendo o braço —, um brinde. Ao sucesso. Às parcerias. Ao futuro.
Maelyn sorriu.
O sorriso era bonito, mas vazio.
— Ao futuro — repetiu.
Os cálices de cristal se tocaram com um tilintar metálico, quase melódico, que foi engolido pelo barulho da multidão.
Melina, agora atrás de uma coluna de mármore próxima, observava cada centímetro da cena com os olhos dilatados pela adrenalina.
Seu co