O telefone dele tocou de novo. Salvo pelo gongo. Alexei olhou para a tela e o rosto endureceu por um momento.
— Meu pai. — Ele olhou para Keira com algo próximo de frustração. Bem, ela conhecia muito bem essa sensação. — Preciso atender.
Ela fez um gesto dismissivo com a mão, ainda furiosa.
— Claro. Não vou te impedir de responder ao papai.
A mandíbula de Alexei se contraiu com o tom dela, mas ele deslizou para atender.
— Pai — ele disse, indo para o outro lado do quarto.
Keira não entendi