Samanta
O sábado finalmente havia chegado. O grande dia, o divisor de águas, a linha invisível que eu vinha desenhando no calendário há semanas e que agora estava bem debaixo dos meus pés. Depois da noite incrivelmente divertida no bar com os meus amigos presentes, eu sentia que o meu peito respirava com um pouco mais de espaço. Aquele momento descontraído, cercado de risadas altas, piadas internas e fofocas bobas, tinha sido exatamente o tipo de anestesia e o respiro de leveza que eu precisava