Lorenzo
Samanta deu meia-volta e caminhou em direção à porta do quarto de Valentina, dando passos leves sobre o piso de madeira para não despertar nossa filha. Eu a segui em silêncio pelo corredor curto da casa, acompanhando o movimento suave dos quadris dela até que atravessássemos a porta do quarto dela.
Assim que Samanta encostou a porta com um clique suave, garantindo que qualquer som do lado de fora ficasse isolado, não consegui mais me segurar. A urgência que queimava no meu peito desde a