Samanta
Duas semanas se passaram desde a nossa conversa no quarto, e se alguém me dissesse meses atrás que a minha vida tomaria esse rumo, eu jamais acreditaria.
A nossa rotina tinha se transformado em uma verdadeira loucura, um turbilhão exaustivo, mas infinitamente acolhedor. Entre as mamadas de hora em hora da Valentina, as trocas de fralda de madrugada e a atenção constante de que um recém-nascido precisa, minha vida agora incluía acompanhar Lorenzo em suas sessões diárias de fisioterapia.