Samanta
O silêncio do apartamento parecia mais denso do que o normal naquela manhã. Olhei para o celular sobre a mesa de jantar e vi novamente a notificação da Anna, enviada: “Amiga, precisamos conversar sobre o assunto proibido.”
Respirei fundo, sentindo aquele nó familiar se formar no estômago. Eu não podia fugir para sempre das minhas melhores amigas. Peguei o aparelho e digitei uma resposta rápida:
“Oi, amiga. Vi sua mensagem agora. Posso te ligar mais tarde?”
A resposta de Anna veio em que