Samanta
As minhas mãos tremiam tanto que os meus dedos pareciam ter perdido a capacidade de segurar qualquer coisa. O choque de ver aquele envelope encorpado com o meu nome completo em solo italiano fez o sangue fugir do meu rosto, trazendo de volta todo o pavor do passado.
— Calma, Sam... Toma aqui — disse Gabriel, estendendo os papéis para mim com um olhar preocupado.
Peguei as correspondências com o peito arfando. Quando analisei os envelopes, soltei o ar que estava preso nos meus pulmões em