Um mês passou sobre a Fazenda Santa Aurora.
Trinta amanheceres cobertos pelo perfume do café recém-coado, pelo mugido do gado seguindo para os pastos e pelo som ritmado das ferraduras ecoando pelos caminhos de terra.
Trinta entardeceres tingidos pelo dourado do sol desaparecendo atrás das colinas, enquanto os peões recolhiam os animais e a casa grande voltava a encher-se das vozes de Bento, Rosa, Clara e Miguel ao redor da mesa do jantar.
Para quem observava de fora, parecia apenas mais um mê