Ela caminhou pelas ruas por muito tempo. A cidade continuava brilhando, indiferente. Restaurantes estavam cheios, casais riam nas mesas externas, carros passavam deixando rastros de luz sobre o asfalto molhado.
Mariana segurava a mala com força, os dedos doloridos, mas não conseguia parar. Se parasse, talvez desabasse. E ela já havia aprendido, ainda muito jovem, que algumas quedas precisam esperar a criança dormir.
Só chorou horas depois, sentada em um banco de praça quase vazio. A aliança es