O ônibus deixou a rodoviária pouco depois das sete da manhã. O ronco grave do motor ecoou pelo terminal enquanto os primeiros raios de sol atravessavam a névoa fina que ainda cobria parte da cidade.
Pela janela, Mariana observou os prédios altos começarem a ficar para trás.
As fachadas de vidro refletiam a luz dourada do amanhecer, os semáforos ainda organizavam o trânsito apressado e pessoas caminhavam pelas calçadas carregando mochilas, pastas e xícaras de café, completamente alheias ao fat