— Não, eu não bati — respondi calmamente. — Mas, se tivesse batido, eu poderia estar deitada agora. Talvez até descansasse um pouco, não é mesmo?
Ao notar a tranquilidade com que eu dizia aquilo, ele se endireitou na cama e franziu a testa, claramente sem entender aonde eu queria chegar.
— Por acaso está zombando de mim?
— Claro que não. Por que eu zombaria, logo de você, um homem tão poderoso?
— Fabiane, se estiver tentando me tirar do sério, vou te lembrar que não precisa se esforçar muito —