Quando entrei na casa, vi Fabiane caída no chão, perto da porta. Meu coração disparou no mesmo instante.
— Por que ela ainda está aqui? — perguntei, nervoso, caminhando rapidamente em sua direção.
— Eu não consegui levantá-la sozinha, doutor, e a maioria dos seguranças está na guarita. O senhor era a pessoa mais próxima que poderia me ajudar.
Ajoelhei-me ao lado dela e toquei seu rosto.
— Fabiane? — chamei, mas ela não reagiu. — Fabiane, olha para mim.
Nada.
Foi então que notei uma pequena marc