Na manhã de domingo, Isadora acompanhou Luana até o médico. A matriarca mantinha as mãos firmes no volante, os olhos focados no trânsito lento da avenida, enquanto Luana permanecia ao seu lado, com os dedos unidos nervosamente sobre o colo. O silêncio dentro do carro era denso, quebrado apenas pelo som baixo do motor.
Percebendo a agitação silenciosa da filha, Isadora aproveitou uma parada no semáforo, estendeu o braço direito e cobriu as mãos trêmulas de Luana com um toque caloroso.
— Filha...