Era a tia Juliana, sentada no banco da carroça como uma rainha, com seu vestido preto de sempre, e na porta de casa... porra, o primo João. Aquele filho da puta sorridente que adorava fuçar onde não era chamado.
— Olá, meu sobrinho mais velho! — a tia gritou, estendendo os braços como se esperasse que eu fosse correr pra abraço. — Vim passar uns dias com vocês!
Meus dentes cerraram sozinhos.
"Como vou manter a Laysla nua com essa corja em casa?"
Era tudo que eu conseguia pensar enquanto