Clarke
Eu ainda estava parado no meio da sala, pau duro, coração martelando como se quisesse sair do peito. A porta da villa bateu atrás dela com um som final que ecoou dentro de mim como um tiro.
Mary Anne tinha ido embora.
E o ciúme… meu Deus, o ciúme estava me devorando vivo.
Eu me arrumei com as mãos trêmulas, subi a calça e fui até o bar. Servi uma dose generosa de grappa e bebi de uma vez. Não adiantou. A imagem não saía da minha cabeça: Mary Anne beijando Priya no meio da festa. A