O simples movimento de abrir e fechar a boca para falar fazia meus lábios coçarem. Percebia a vermelhidão tomando conta do meu corpo e não podia fazer nada, pois estava atrelada à porra das algemas.
- Gatão! Você é um cão leal, sensível e protetor, vindo da montanha dos Pirenéus! Me ajuda, porra! – Gritei, sem sucesso.
Sabia que o cachorrão certamente estava deitado, ocupando quase toda a minha cama, completamente preguiçoso. Aposto que chegou a abrir os olhos grandes e brilhantes quando ouviu