Parei na garagem e olhei para a minha BMW M4 Pink e o Maserati prata do meu pai. Já cheguei a achar que ele pudesse gostar mais do carro do que da própria vida... Até me dar em conta da forma como ele olhava para minha mãe.
Meu telefone vibrou e atendi, enquanto tocava com o dedo a lataria prata, fria e brilhante.
— Me diga que está viva, Malu.
— Meu corpo sim, mas destruíram minha alma, Ben! — Limpei as lágrimas.
— Thorzinho ficou puto?
— Sim...
— Você está chorando?
— Sim... E neste momento e