— Do meu gato? Por Deus, por que não me chamou? Isto aqui está feio...
— Acha... Que quebrou o osso do meu cotovelo? — perguntei, a dor nem próximo do que senti na noite anterior.
— Não, não quebrou. Se tivesse sido algo mais grave, não teria aguentado a dor. — Ele tocou levemente a pele machucada, com os dedos macios e quentes.
Mordi o lábio e fechei os olhos, incerta se pela dor causada com o toque dele ou a forma delicada como fez aquilo.
— Me desculpe por ontem... — Me olhou, ainda segurand