Num ímpeto, Theo levantou meus quadris, fazendo-me sentar no seu pau, enquanto os braços me seguravam com firmeza pelas costas, sem nunca deixar de me beijar de forma perfeita.
Fechei meus olhos, tentando desvencilhar-me das algemas, inutilmente. Queria agarrá-lo, tocá-lo, segurar-me nele enquanto cavalgava com força. No entanto ele parecia saber, entrando com intensidade, o pau sem um pingo de pena da minha boceta, devastando-me física e psicologicamente, pois eu sabia que depois de tudo que t