6 - "Você é meu chefe... isso não pode acontecer de novo"
AURORA SUMMER
— Me morda. Só me morda, porra.
Sua voz ainda era aquele rosnado baixo e faminto, mas eu conseguia ouvir os tênues traços de desespero se infiltrando em suas bordas. Não era uma exigência, era um apelo. Ele queria isso. Ele precisava disso. Não sei o motivo, será que o sexo era tão bom que ele estava se sentindo culpado pela "punição" de mais cedo?
Inclinei-me, roçando os dentes na curva do seu pescoço. Seu membro se contraiu dentro de mim, enviando outra chuva de faíscas pelo me