Os dias que seguiram foram um turbilhão controlado. Controlado porque Edward não deixou que nada escapasse de suas mãos. E um turbilhão, porque dentro de mim ainda havia um eco de tudo o que aconteceu naquele estacionamento.
A imagem da Isadora com os olhos vermelhos, o pendrive na minha mão tremendo, o abraço firme do Edward quando eu saí do carro, tudo ainda estava fresco. Mas agora, era como se o peso tivesse mudado de lugar. Não era mais sobre medo. Era sobre força.
Entregamos o pendrive