(( Tom ))Depois que deixei a Rebeca e a Carol em Paine, nunca mais fui visitá-las, cumpri com o acordo que eu tinha com a Rebeca, se caso um de nós se apaixonasse se afastaria, era o que ela queria no momento e eu a respeitei, não queria atrapalhar os planos dela, sofri por muito tempo pensando no que poderia ter sido diferente se eu tivesse insistido, acabei sendo um covarde mas um covarde que respeita a opinião e as vontade de uma mulher, depois de algumas semanas eu mandei mensagem pra ela algumas vezes, mas nada de mais, perguntava por ela para o Pierry que mantinha contato com a Carol, e ele disse que ela ficou arrasada quando não me viu na primeira semana depois da mudança, eu quase quebrei minha palavra, cheguei a pegar o carro e ir para Paine, mas não tive coragem de bater em sua porta e eu jamais contaria a ela tudo que fiz por estar sofrendo. O tempo foi passando e eu nunca tinha né esquecido da Rebeca, ficava sabendo notícias dela através dos amigos em comum e via que ela
Depois da noite que passamos os três juntos, eu não sabia o que aconteceria dali por diante, tinha sido algo tão maravilhoso que eu queria repetir, mas não tinha certeza do que Edward e Tom iam pensar de mim. As semanas seguintes foram de muito trabalho e pouca diversão, estávamos cheios de contratos e apesar de ainda estarmos no apartamento do Edward eu tinha esquecido um pouco o incêndio, depois de seis semanas o apartamento novo estava pronto para mim e Carol, Edward tinha um apartamento menor em outro prédio que estava alugado e seria desocupado em breve, ele mandou que reformassem o imóvel, colocasse móveis novos que eu e Carol tínhamos escolhido, estava tudo de acordo com nosso gosto, como tínhamos perdido tudo no incêndio, só tínhamos que tirar as roupas da casa do Edward, na sexta depois do trabalho iríamos arrumar nossas coisas e nos mudariamos no sábado, Edward estava um pouco chateado desde que o apartamento havia ficado pronto, afinal estávamos morando juntos a um pouco m
O sábado chegou e com ele a nossa mudança também, Edward estava tentando manter a calma e a serenidade nos seus olhos mostravam sua tristeza, por um lado eu também estava triste em deixá-lo mas seria preciso para que eu colocasse meus pensamentos no lugar, as últimas semanas que passamos juntos foram maravilhosas e tudo que fizemos juntos foi muito intenso, mas eu precisava de tempo e espaço para entender melhor o que eu estava sentindo e absorver todas as informações que eu tinha. Edward tinha compromissos de trabalho e preferiu não se envolver na mudança, eram apenas algumas malas, mas antes que eu fosse embora ele me abraçou e beijou com muito amor e carinho e eu retribui.- até breve Ed, nos vemos segunda.- até breve minha linda.Rodrigo e Tom e eu nos ajudar com as malas e na organização do novo apartamento e mais uma vez por ironia do destino Tom estava nos ajudando com a mudança. chegamos no novo apartamento e tudo estava muito lindo e bem decorado, quem o Ed havia contratad
Tomei meu café da manhã, e me arrumei fui até o quarto da Ca e ela já estava acordada mas ainda de pijama mas alegre e sorridente como sempre. - Bom dia Rebeca como tá se sentindo na casa nova - Bom dia amiga muito bem e você como passou a noite - ai amiga dormi que nem uma pedra nem vi se o Tom foi embora ele tá aí - ele saiu logo cedo - quer conversar sobre tudo que tá acontecendo - Não amiga, hoje eu quero tirar o dia só para nós duas o que você acha da gente sair para almoçar e fazer umas compras ou pegar um cineminha - eu ia adorar, faz tanto tempo que a gente não tira um momento só para nós duas né - é sim, aí a gente sai e conversa na rua mesmo vamos dar uma volta, bora tirar esse pijama que o dia tá lindo lá fora. Eu e minha amiga saímos para o shopping, passamos em várias lojas, paramos para almoçar na praça de alimentação, vimos algumas vitrines, nosso dia estava ótimo. - aí Re eu tô super empolgada, eu consegui juntar um bom dinheiro e vou comprar um carro.
- me solta Stefany, você está me machucando, socorro alguém me ajuda - cale a boca sua ladra aqui ninguém vai ouvir você, você não vai roubar o meu Edward, ele é meu, e nunca vai achar seus restos eu vou enterrar você para que nunca ninguém te ache sua vagab*nda. Stefany me deu um tapa no rosto e eu havia sentido, não era um sonho isso realmente estava acontecendo, mas uma voz familiar me acordou desse terrível pesadelo. - Rebeca, Rebeca acorda amiga Quando abri os olhos, vi minha melhor amiga preocupada, então a abracei e lágrimas rolaram do meu rosto. - Carol, ainda bem que foi só um pesadelo, mas eu senti como se fosse real, até o tapa eu senti em meu rosto. - desculpe amiga, eu dei uns tapinhas no seu rosto pra tentar te acordar mas não foi muito forte. - não amiga o tapa da Stefany foi muito real, você não está com as unhas longas e o tapa que ela me deu eu senti as unhas dela no meu rosto, foi horrível ela me amarrou, e eu gritava por socorro, ela queria me ma*ar
(( Edward))Depois que a Rebeca foi embora da minha casa, eu fiquei arrasado, mas entendi que era preciso que ela fosse, eu já não tinha dúvidas do meu amor por ela mas talvez ela ainda tivesse dúvidas do que sentia em relação a mim e ao Tom. Ela precisava de espaço e de um tempo sozinha com ele, e eu sabia disso então foi o que fiz, deixei que ela fosse, mesmo que o risco dela escolher a ele fosse grande, eu acredito que o amor deve ser livre e que não podemos aprisionar e sufocar aqueles que amamos, as escolhas pertencem a cada um de nós e naquele momento a decisão não era minha. Meu amigo Rodrigo ajudou as meninas e o Tom com a mudança, não eram muitas coisas mas ele estava se relacionando com a Carol, então ele foi, mas veio para minha casa depois, me encontrou no escritório, bêbado, acabado, literalmente sem chão era como eu me sentia. Conversamos um pouco e eu desabafei tudo que sentia em relação a Rebeca, eu nunca na minha vida senti algo tão forte por alguém, eu tinha certez
Depois do meu último dia no campus eu fui pra casa e fiquei deitada na minha cama pensando que a faculdade finalmente havia terminado, e eu não via a hora de conseguir um emprego descente em um lugar onde eu não fosse chacota de ninguém, eu estava cansada de ser piada, e humilhada por todos e até mesmo por minha irmã. Me sentia sempre feia e longe dos padrões de beleza que o mundo exigia, não usava roupas P nem calçava 35 como a maioria das garotas da minha cidade. Tive um namorado, o Bruno, com quem eu perdi a virgindade, mas descobri que ficou comigo por uma aposta ridícula de faculdade, era bonito e eu nem acreditava que namorava ele, até que um dia peguei ele na cama com minha irmã mais nova, filha da minha madrasta. Minha mãe Ana, foi embora quando eu tinha 4 anos, porque meu pai Valter, vivia para o trabalho, não ajudava em casa, não ficava com ela e só dava atenção para mim quando chegava do trabalho, então ela se apaixonou pelo Carlos, o ex gerente do banco da minha cidade
Cheguei no pub a Ca e o Denis estavam na porta me esperando, quando me viram parecia que nunca tinham me visto na vida. - amiga você está uma Deusa, dúvido que não beije hoje - Carol - olha ela, toda trabalhada no preto com vermelho, garota se eu não fosse gay eu te pegava, arrasou amiga - Denis - meus amores, só vocês mesmo pra me fazerem sair de casa, mas foi ótimo, tô com a autoestima lá em cima e o ego também - humm... o que aconteceu - Carol - quando sai de casa dei de cara com a Sophia e o Bruno, ele ficou babando e eu provoquei pra variar - contei o que havia ocorrido na saída de casa, meu amigos caíram na risada - bem feito, aquele cretino gostoso perdeu um mulherão pra ficar com aquela água de salsicha - Denis falou isso e nos três caímos na risada entramos no pub e tava um clima bem diferente do habitual, normalmente é um clima de barzinho com música rolando e as vezes umas bandas locais tocam, mas hoje tava um clima quente, uma atmosfera bem club de strip,