Lua piscou levantando o rosto para ele. Completamente desconcertada. As lágrimas desabaram, fluindo por seu rosto abalado.
Eros fechou os dedos ao redor dos dela, sentindo o frio de sua pele atravessar a própria palma. Lua o encarou como se não soubesse o que fazer com aquelas palavras. Eros também não soube por um segundo. Sentiu de novo aquela coisa indigesta no peito, a pressão dolorosa, o impulso brutal de prometer mais do que deveria.
Controlou-se. Mas não recuou.
O rosto dela se desfez c