- Oh meu Deus... eu estou perdida... – Lua murmurou entre soluços.
Amava o homem que não prometia amor, que talvez nem acreditasse nessa palavra. Eros era controle, arrogância, desejo, ele criava estratégias como quem constrói muralhas em volta de qualquer coisa que pertencia a ele.
Ela soluçou ainda mais, se apoiando na porta de vidro. Amava justamente o homem impossível, e reconhecer isso doeu tão profundamente que ela sentiu como se o corpo tivesse perdido o eixo.
Era ridículo, perigoso e ..