Iara diminuiu o passo, mas não fez aquele rosto de pena que envergonhava ainda mais Lua.
— Nunca?
Lua balançou a cabeça.
— Nunca. Então não sei o que se usa, não sei o que levar, não sei o que esperam que eu vista em nenhuma ocasião. Só consigo imaginar uma catástrofe. Eu tropeçando na areia, usando a roupa errada, derretendo de calor e queimada feito uma lagosta. Sentada em um jantar elegante parecendo que fugi de uma excursão escolar. E os convidados do Sr. Bitencourt pensando “É sério que el